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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

São Paulo passa a ter a maior frota de helicópteros do mundo e adota restrições

Pesquisa revela que cidade passou operações de Nova York. Sistema de monitoramento agora tem nova restrição

 Por Carolina Garcia



 
A capital paulista alcançou outras dimensões de crescimento. O recente recorde está a pelo menos 3.500 pés e em 193 helipontos. Um estudo, realizado pela Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero (Abraphe), revelou que São Paulo alcançou a maior frota e número de operações por asas rotativas entre cidades do mundo. E, para controlar a crescente malha aérea e seu tráfego, o Comando da Aeronáutica adota um sistema exclusivo de monitoramento para helicópteros e recorre a restrições de tráfego como a implementadas para os automóveis.


Segundo a pesquisa, até o final de 2012, 411 aeronaves foram registradas em São Paulo e as operações de pousos e decolagens chegaram a 2.200/por dia. Nesse ranking, Nova York ganhou a 2ª posição com uma frota quase quatro vezes menor, com 120 helicópteros. Tóquio, com sua economia em declínio, garantiu o 3º lugar. “O número exorbitante provou nosso potencial”, disse Luciano de Oliveira, diretor da Abraphe. Os dados foram colhidos entre sete organizações internacionais.
 

sábado, 25 de maio de 2013

6º Simpósio de Segurança de Voo


Nos dias 27, 28 e 29 de agosto deste ano, o Instituto de Pesquisa e Ensaios em Voo
(IPEV), unidade subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial
(DCTA), em São José dos Campos (SP), realizará a sexta edição do Simpósio de Segurança
de Voo. O evento acontece anualmente e, em 2012, contou com 173 inscritos entre
militares, estudantes e representantes de empresas do setor aeronáutico, que puderam
participar de 16 palestras e um mini-curso.
Para o Simpósio deste ano, a programação ainda não foi definida, porém, aqueles
que pretendem apresentar trabalho têm até o dia 10 de maio para submeterem seus
resumos. A inscrição e envio dos textos devem ser realizados pelo endereço eletrônico
www.ipev.cta.br/ssv.
Segundo o engenheiro Nelson Paiva Oliveira Leite, coordenador do evento desde
sua primeira edição, a ideia de realizar o Simpósio veio com a constatação de que o ensaio
em voo é a origem da segurança de voo: “segurança é questão que envolve fabricante,
piloto, engenheiro, técnicos que trabalham na pista, é missão conjunta”, afirma.
Dúvidas sobre o 6º Simpósio de Segurança de Voo podem ser sanadas pelo
ssv.artigos@ipev.cta.br.
IPEV: O Instituto é a Organização Militar da FAB responsável por realizar missões de
ensaios em voo, imprescindíveis em aquisição, modernização e certificação de aeronaves.
Também é função do IPEV testar sistemas embarcados – que podem ser desde um
instrumento de navegação até armamentos. Através do Curso de Ensaios em Voo (CEV),
que tem duração de, aproximadamente, onze meses, o Instituto forma pilotos, engenheiros
e instrumentadores especialistas em ensaios em voo, tanto de aeronaves de asa fixa quanto
asa rotativa. No mundo, há apenas seis instituições capazes de qualificar este tipo de mão
de obra.


Fonte: site AEROIN

2º Seminário de segurança de voo e gestão na aviação civil 2013


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Sinalização de pátio para aeronaves – O Papel do Sinalizador


Respeitando os oportunos comentários feitos no presente artigo e, a fim de não causar conflitos entre procedimentos, atualizamos alguns sinais, seguindo fielmente o que preconiza a ICA 100-12. Foram utilizados os diagramas dessa Instrução e que facilitarão a leitura e visualização dos sinais. 
Sendo assim, vamos falar de um assunto simples, mas de muita importância para a segurança operacional: a sinalização de pátio para aeronaves (aviões e helicópteros) e o papel do sinalizador (também chamado de balizador ou sinaleiro – termo utilizado pela ICA 100-12).
Inicialmente, para uma operação segura, o sinalizador deverá dispor dos seguintes equipamentos básicos:
  1. Equipamento de Proteção Individual (óculos de proteção, protetor auricular e abafador de ruídos).
  2. Colete refletivo.
  3. Raquetes de sinalização refletivas ou luvas refletivas para o período diurno.
  4. Lanternas refletivas para o período noturno.
  5. Capas de proteção para dias chuvosos.
Dispondo destes equipamentos o sinalizador deverá atentar para algumas situações perigosas, como, por exemplo:

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Infraero capacita profissionais do tráfego aéreo em inglês

 
A Infraero concluiu em 1º/11 mais um Curso de Inglês Air Traffic Control (Controle de Tráfego Aéreo). A capacitação foi ministrada para 12 profissionais do tráfego aéreo da empresa de todo o país e teve carga horária de 120 horas-aula. O objetivo do treinamento foi o aperfeiçoamento do idioma dentro do contexto das atividades de controle e monitoramento da navegação aérea.

      O enfoque das atividades se concentrou na prática de habilidades de conversação dos alunos, como listening (audição e compreensão da língua) e speaking (linguagem utilizada), abordando temáticas como situações de emergência, estruturas aeroportuárias e partes e tipos de aeronaves. Os exercícios facilitam a comunicação e garantem maior agilidade no diálogo do dia-a-dia das operações aéreas.

      O treinamento integra o Plano de Capacitação Intensiva na Língua Inglesa para a Navegação Aérea da Infraero e começou a ser ministrado para os funcionários da empresa em 2007, contando com múltiplas turmas anuais. Desde então, cerca de 190 profissionais da área de navegação aérea participaram das aulas.

      “A realização do curso atende a recomendação da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) de que todos os empregados atuantes nos cargos de Profissional de Tráfego Aéreo e Profissional de Navegação Aérea operando em aeroportos internacionais ou com voos internacionais possuam proficiência na língua inglesa”, pontuou Marcelo Piancastelli, um dos instrutores do curso.

   Assessoria de Imprensa - Infraero
   imprensa@infraero.gov.br
   www.twitter.com/canalinfraero


Fonte: Infraero